
“Talento é 1% inspiração e 99% transpiração”.
Thomas Edison
Designed by Freepik
Aprender a cantar é uma habilidade que está ao alcance de todos, sejam adultos ou crianças. Para que esse objetivo aconteça, são necessárias algumas ações, tanto da parte do professor quanto do aluno. Essas ações vão desde uma comunicação clara a respeito das metas a serem alcançadas, o comprometimento com o estudo proposto e a frequência regular nas aulas.
As aulas são personalizadas e organizadas de forma que cada aluno consiga alcançar seus objetivos com conhecimento e em um menor espaço de tempo. Para que esse processo aconteça, trabalho com quatro pilares.
1 – Entendimento Fisiológico.

Minha visão pedagógica trata a fisiologia vocal como o principal agente causador das transformações vocais.
Existem várias diferenças entre a pedagogia vocal baseada na fisiologia vocal e as pedagogias vocais mais tradicionais.
As pedagogias vocais tradicionais são embasadas nas consequências sonoras ou nas sensações durante o canto. As nomenclaturas utilizadas nessa linha justificam esse processo, como nos exemplos a seguir: voz de peito, voz de cabeça, voz mista, região de passagem, etc.
A pedagogia vocal do canto contemporâneo que aplico nas minhas aulas é embasada na fisiologia vocal, que é um estudo dentro da ciência vocal moderna, a Antropofisiologia Vocal.
Essa pedagogia foi desenvolvida pelo pesquisador vocal Prof. Ariel Coelho e aborda, entre outras questões, como as musculaturas vocais funcionam e são controladas, logo o cantor(a) não baseia as suas ações apenas na propriocepção como guia, mas em controles musculares direcionados que lhe trarão domínio sobre os resultados sonoros.
Nas aulas, trabalho, de maneira clara e objetiva, todas as funções musculares que participam do ato de cantar. Dentre estas funções, destaco:
1- Fisiologia e Ação do Mecanismo de Pressurização Subglótico (Respiração e Apoio).
2- Fisiologia e Ação do Mecanismo de Pressurização Transglótico (Ações Musculares da Laringe).
3- Fisiologia e Ação do Mecanismo de Pressurização Supraglótico (Ações dos Filtros Vocais e Fonoarticulação).
4- Influência da Pressurização Psicoacústica (Retorno Vocal e Propriocepção) na prática do canto.
Munido desses conhecimentos, o aluno(a) terá mais segurança e assertividade para manipular sua voz e cantar o que desejar.
2 – Conhecimento Musical.

A prática de cantar não pode ser observada apenas pelo prisma da voz. Toda ação vocal precisa também ser organizada e executada de acordo com as estruturas e requisitos da música.
Neste sentido, entendo que a música é uma linguagem que precisa ser aprendida e desenvolvida para que o ato de cantar seja executado de maneira correta.
Como prática nas aulas, abordo a musicalização, a percepção e a análise musical como metodologias para ajudar o aluno(a) a compreender a música e realizar seu repertório.
Posso ensinar a leitura e escrita da partitura ou cifra como linguagem musical.
3 – Orientação aos Estudos em Casa.

Cantar também é uma ação muscular, cognitiva e emocional, logo, enquanto o aluno(a) ainda está desenvolvendo novas habilidades, é fundamental que essas novas informações sejam visitadas com frequência.
Como proposta, eu incentivo e ajudo enviando materiais próprios e personalizados aos alunos e realizo acompanhamento dos estudos em casa.
4 – Construção dos Objetivos Estéticos.

Todas as ações mencionadas acima são praticadas para que o aluno(a) alcance seu objetivo técnico/estético. Obter esse “norte” torna-se fundamental para que todos os esforços sejam centrados e organizados e o tempo de estudo otimizado.
Como parte do processo de construção e percepção desse objetivo estético, poderemos realizar gravações em vídeo ou áudio durante as aulas. Essas gravações não terão acréscimo na mensalidade.
O estúdio também realiza produções musicais profissionais. Consulte o professor sobre valores, viabilidade de projetos e disponibilidades de horários para sua produção.
